Olá, turma! Como vocês estão? Na
reflexão de hoje, falaremos sobre um assunto que infelizmente é muito presente
em nosso cotidiano, e afeta diretamente nossa educação. Estamos falando sobre
a desinformação e Fake News, como base para
essa discussão temos o Podcast Quinta D’elas e a discussão que
tivemos na aula de Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais no dia 17/07,
vamos lá?
Muitos alunos apresentam dificuldade em perceber quando uma notícia é falsa ou não, principalmente se essa notícia vier acompanhada de um título sensacionalista, feito apenas para gerar cliques e chamar atenção, quando esse título chama a atenção dessa pessoa, raramente ela irá ler toda a matéria. Imagine o quão sério isso é, ao não buscar a veracidade de uma notícia, a propagação dessas falsas notícias tende a aumentar, favorecendo assim opiniões inconcretas sobre assuntos que podem ser muito sérios. Cuidado, muitas vezes essas notícias podem vir por meio de redes sociais, é sempre importante desconfiar do que estamos lendo e de quais sites visitamos.
Essa questão tem grande impacto no que diz respeito ao cotidiano escolar já que alguma notícia falsa pode ser direcionada a educação. Quando isso ocorre, pode causar efeitos indesejados na comunicação entre escola e família, é capaz de gerar confusão entre alunos e até mesmo colocar a vida de outras pessoas em risco. Tendo isso em vista, a prática do professor também é diretamente afetada, uma vez que sempre precisaremos alertar aos nossos alunos sobre a existência dessas notícias, e formar cidadãos críticos que sempre desconfiem do que estão vendo e ouvindo. Logo abaixo, deixamos disponível uma reportagem que retrata bem o perigo das Fake News, esse caso ocorreu em 2014 e nos alerta para o cuidado que devemos ter.
Nesse cenário, é dever da escola
promover práticas que incentivem o uso consciente de redes que pode haver esse
perigo, promover praticas com leitura para que a criticidade desses alunos seja
desenvolvida. Dialogar sobre os perigos da desinformação e da Fake News é de
suma importância para que esse mal seja combatido pela raiz. Sabemos que nosso
papel quanto futuras pedagogas é formar leitores críticos que busquem sempre a
autenticidade das coisas que consumimos.
Nesse contexto, o debate que tivemos em sala, foi extremamente importante para nossa formação. Saber diferenciar entre um e outro nos proporcionará muito mais segurança para dialogarmos com nossos alunos, sabemos que enfrentar as fakes News é um desafio, mas com pessoas críticas e preparadas conseguiremos lidar com essa problemática. Nos conte aqui embaixo o que acha sobre esse tema tão importante a ser discutido!
O podcast está disponível no YouTube, segue o link: https://youtu.be/OMPTEacPKJ0?si=yxoPxKIdZlLaYhxp
ResponderExcluirEvely e Raquel, inicialmente que sinalizar que gosto muito da da forma como desenvolvem as ideias, com textos fluidos e leves. Mas, quero destacar que sinto falta de explorar mais os links dentro do texto, para termos uma escrita mais hipertextual. Exemplo, quando citam o Podcast Quinta D’elas, poderiam colocar um link que levasse o leitor para um dos blogs que está essa produção, e não colocar no final da postagem como algo solto. Assim, o leitor poderiam relacionar a reflexão com a a produção. Outro ponto que quero destacar é em alguns momentos a ausência de indicar autoria de conceitos. Exemplo, quando afirmam que "desinformação e fake News não são a mesma coisa, isso mesmo! A desinformação refere-se à disseminação de notícias distorcidas, incompletas, que são feitas geralmente para enganar outra pessoa. Já as Fakes News (ou traduzindo, notícias falsas) refere-se a notícias que são feitas para de fato parecerem verdadeiras ". Isso é um conceito. De quem é esse conceito? E, particularmente, discordo desse conceito, pois quando coloco como tema desinformação/fake news entendo que são sinônimos, e não que temos dois conceitos separados. Como disse: Fake News é uma processo de desinformação, simplesmente, porque ela se configura a partir de uma dinâmica de produzir informações falsas e disseminar na rede. E isso provoca uma desinformação. Por isso, é importante que tragam os autores dos conceitos, pois vocês não são especialistas no tema, e se trazem essa diferenciação, é porque acharam em algum autor, não é?
Para contribuir, considero que enquanto futuras educadoras será necessário ensinar a pensar, a questionar, a investigar. Precisam criar situações de aprendizagem em que os alunos sejam levados a analisar, comparar, verificar fontes e reconhecer contradições nas informações que recebem — especialmente nas redes sociais, vídeos, memes e mensagens virais. Ou seja, é nosso papel, formar leitores e produtores de informação que saibam conviver em uma sociedade conectada e desigual. Isso significa ensinar a diferenciar opinião de fato, a verificar antes de compartilhar, e a valorizar o conhecimento construído coletivamente com base no diálogo e na ética.