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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Blog - PodCats

Texto de Evely:

Hello Hello! Bem-vindos ao nosso primeiro episódio do PodCats. Aqui teremos muitos debates importantes, e você não pode ficar de fora.

O tema a ser discutido hoje, será a respeito do Marco civil da internet: Seus Direitos Online em Debate!

Descubra como essa lei impacta a educação digital, a segurança na rede e a forma como navegamos todos os dias. Não perca essa conversa essencial para quem vive conectado!

Acesso o link e descubra quem são as nossas convidadas da vez:



Referências do PodCast: 
BRASIL. Lei no 12.965, de 23 Abril de 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Brasília, 2014. Disponível em: <http://www.cgi.br/pagina/marco-civil-da-internet-no-brasil/177>. Acesso em: 19 jul. 2025.
SCHREIBER, Anderson. Marco Civil da Internet: avanço ou retrocesso?.Revista Brasileira de Direito Civil – RBDCivil, Belo Horizonte, v. 12, n. 2, p. 263-281, abr./jun. 2017. Disponível em: https://www.academia.edu/28711449/Marco_Civil_da_Internet_Avan%C3%A7o_ou_Retrocesso. Acesso em: 26 jul. 2025.
TOMASEVICIUS FILHO, Eduardo. Marco Civil da Internet: uma lei sem conteúdo normativo. Estudos Avançados, São Paulo, Brasil, v. 30, n. 86, p. 269–285, 2016. Disponível em: https://revistas.usp.br/eav/article/view/115093.. Acesso em: 20 jul. 2025.



Educação Midiática e Direito nas Redes

Olá, leitores! Hoje falaremos sobre “Educação Midiática e Direitos nas Redes”, com base no podcast PodEducar e na aula de Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais, realizada no dia 25/07/2025.

Como foi apresentado no episódio, é fundamental compreender o conceito de educação midiática, que se refere à capacidade de interpretar, analisar e produzir conteúdos nas mídias com consciência crítica e ética. Trata-se de um processo que estimula o pensamento reflexivo e o uso responsável das tecnologias, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes diante do grande volume de informações que circulam nas redes.

Além disso, é importante compreender o que são os direitos nas redes. Esses direitos dizem respeito às garantias legais e éticas que protegem os usuários no ambiente digital. Entre eles, estão o direito à privacidade, à liberdade de expressão, à proteção de dados pessoais, ao acesso à informação segura e ao uso responsável da internet. No Brasil, essas garantias estão previstas em leis como o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), que regula o uso da rede e assegura princípios como a neutralidade da rede, a inviolabilidade da intimidade e a responsabilidade dos provedores de conteúdo.

Diante do atual cenário digital, percebemos diversos riscos decorrentes da ausência de uma formação adequada nesse campo, como a propagação de fake news, golpes virtuais e exposição a conteúdos prejudiciais. Esses riscos se tornam ainda mais preocupantes quando pensamos em crianças e adolescentes, que estão em fase de desenvolvimento. Imagine, por exemplo, um adolescente de 14 anos com acesso irrestrito ao celular: ele ainda está construindo sua visão de mundo e pode facilmente ser exposto a conteúdos violentos, discursos de ódio, desinformação ou temas sensíveis que afetem seu bem-estar emocional e cognitivo.

Por isso, é essencial que nós, futuras pedagogas, entendamos nosso papel como mediadoras desse processo, desde a Educação Infantil até os anos finais do Ensino Fundamental. O professor tem a responsabilidade de promover a educação midiática tanto dentro quanto fora da sala de aula, criando espaços de diálogo, reflexão e análise crítica sobre os meios de comunicação e o uso ético das redes. Isso pode ser feito por meio de projetos de letramento digital, uso de fontes confiáveis em sala, debates sobre a veracidade das informações e incentivo à produção responsável de conteúdo online.

Assim, a educação midiática se apresenta como uma maneira indispensável para a formação cidadã e crítica, preparando nossos alunos para navegarem com autonomia, consciência e responsabilidade no mundo digital. 


Vídeo didático sobre Educação Digital

Link do PodCast: https://youtu.be/XeLG782Xb1Q?si=Ok_gGycI0HK7gcRu

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Desinformação e Fake News

Olá, turma! Como vocês estão? Na reflexão de hoje, falaremos sobre um assunto que infelizmente é muito presente em nosso cotidiano, e afeta diretamente nossa educação. Estamos falando sobre a desinformação e Fake News, como base para essa discussão temos o Podcast Quinta D’elas e a discussão que tivemos na aula de Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais no dia 17/07, vamos lá? 

Antes de começarmos essa discussão, é importante entendermos que desinformação e fake News não são a mesma coisa, isso mesmo! A desinformação refere-se à disseminação de notícias distorcidas, incompletas, que são feitas geralmente para enganar outra pessoa. Já as Fakes News (ou traduzindo, notícias falsas) refere-se a notícias que são feitas para de fato parecerem verdadeiras, por exemplo quando algum canal anuncia a morte de algum artista mesmo ele estando vivo, sabe?

Muitos alunos apresentam dificuldade em perceber quando uma notícia é falsa ou não, principalmente se essa notícia vier acompanhada de um título sensacionalista, feito apenas para gerar cliques e chamar atenção, quando esse título chama a atenção dessa pessoa, raramente ela irá ler toda a matéria. Imagine o quão sério isso é, ao não buscar a veracidade de uma notícia, a propagação dessas falsas notícias tende a aumentar, favorecendo assim opiniões inconcretas sobre assuntos que podem ser muito sérios. Cuidado, muitas vezes essas notícias podem vir por meio de redes sociais, é sempre importante desconfiar do que estamos lendo e de quais sites visitamos.

Essa questão tem grande impacto no que diz respeito ao cotidiano escolar já que alguma notícia falsa pode ser direcionada a educação. Quando isso ocorre, pode causar efeitos indesejados na comunicação entre escola e família, é capaz de gerar confusão          entre alunos e até mesmo colocar a vida de outras pessoas em risco. Tendo isso em vista, a prática do professor também é diretamente afetada, uma vez que sempre precisaremos alertar aos nossos alunos sobre a existência dessas notícias, e formar cidadãos críticos que sempre desconfiem do que estão vendo e ouvindo.  Logo abaixo, deixamos disponível uma reportagem que retrata bem o perigo das Fake News, esse caso ocorreu em 2014 e nos alerta para o cuidado que devemos ter.                         

Nesse cenário, é dever da escola promover práticas que incentivem o uso consciente de redes que pode haver esse perigo, promover praticas com leitura para que a criticidade desses alunos seja desenvolvida. Dialogar sobre os perigos da desinformação e da Fake News é de suma importância para que esse mal seja combatido pela raiz. Sabemos que nosso papel quanto futuras pedagogas é formar leitores críticos que busquem sempre a autenticidade das coisas que consumimos. 

Nesse contexto, o debate que tivemos em sala, foi extremamente importante para nossa formação. Saber diferenciar entre um e outro nos proporcionará muito mais segurança para dialogarmos com nossos alunos, sabemos que enfrentar as fakes News é um desafio, mas com pessoas críticas e preparadas conseguiremos lidar com essa problemática. Nos conte aqui embaixo o que acha sobre esse tema tão importante a ser discutido! 



O podcast está disponível no YouTube, segue o link: https://youtu.be/OMPTEacPKJ0?si=yxoPxKIdZlLaYhxp

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Plataformização da educação - PODCAST

 


Olá, TechMinds!  

Eu, Raquel, em parceria com outras colegas criamos um podcast. Então, bem-vindos ao primeiro episódio do nosso podcast, o PodTech! Hoje, vamos explorar um tema que está revolucionando a educação: a plataformização da educação.

Você já pensou em como as plataformas digitais estão mudando a forma como aprendemos e ensinamos? Neste episódio, vamos entender as tendências, os desafios e as oportunidades dessa transformação.  

Quer ficar por dentro de tudo isso? Então, venha com a gente nessa jornada de descobertas e novidades. Estamos muito felizes em ter você aqui para essa experiência incrível!  

Vamos lá?


                          





BATISTA, Anderson; ARIENTE, Eduardo; RIBEIRO, Natália. A plataformização das escolas brasileiras: impactos à educação e proteção de dados de crianças e adolescentes. Revista, v. 5, n. 1, p. 71–93, jul. 2024.

PESSANHA, Roberto Moraes. Plataformização da educação: um debate necessário! Curitiba: APP Sindicato-PR, 1 jul. 2023.

PLATAFORMIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO: o que é e quais são os benefícios e desafios?. Grupo Prosa Nova, 28 nov. 2023. Disponível em: https://prosanova.com.br/plataformizacao-da-educacao-o-que-e-e-quais-sao-os-beneficios-e-desafios/. Acesso em: 15 jul. 2025.


sexta-feira, 4 de julho de 2025

A utilidade da Inteligência Artificial Generativa na Educação.

Olá, leitores! Hoje falaremos sobre a utilidade da Inteligência Artificial Generativa na educação, com base no texto “A IA Generativa: Dilemas e Desafios da Educação”, de Lucia Santaella, e na aula de Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais realizada no dia 03/07/2025.

A Inteligência Artificial (IA) Generativa refere-se a “uma família de sistemas” (Santaella, 2024) que cria imagens, textos, entre outros, a partir de comandos de voz e escritos. Chamou-nos a atenção que, apesar de sua recente popularização, essa tecnologia é estudada desde 1956 e passou por diversas fases até se tornar o que é hoje, incluindo momentos de exploração, estagnação, ressurgimento e, finalmente, explosão.

Dica de Filme: Wall-e – De Zero a Cinco
Em maio de 2024, foi lançado o ChatGPT 4, um tipo de IA, marcando um momento em que o mundo conheceu mais profundamente suas utilidades, especialmente com a adesão de estudantes a essa tecnologia. Com base nesse contexto, seria correto afirmar que os sistemas educacionais se prepararam para o "boom" desse meio tecnológico? Na verdade, não; as escolas ainda não sabem como lidar com as diferentes formas de utilização desse recurso, pois a formação de educadores e gestores não incluiu essa discussão.

Assim, é fundamental que esses mediadores de conhecimento aprendam a utilizar a IA e conheçam suas vantagens e desvantagens. Um exemplo positivo é solicitar que esse método faça a correção de um texto, adequando-o à norma-padrão ou apenas apontando erros; essas ações podem facilitar a compreensão do tema e evidenciar quais mudanças são importantes na escrita do usuário. No entanto, é importante destacar que as IAs não estão sempre corretas, portanto, é necessário ter um entendimento básico sobre o que se está solicitando para identificar possíveis lacunas ou incorreções.

Quando o professor compreende essas atribuições e consegue explorá-las com facilidade, ele pode ensinar aos alunos a manusear a IA demonstrando que ela pode auxiliar em diversos aspectos, inclusive no aprendizado. Isso contribui com o trabalho do educador, que pode utilizá-la para planejar aulas e gerar novas ideias.

Como mencionado anteriormente, essa tecnologia não é isenta de desvantagens. Além de erros de pesquisa, a IA não consegue produzir algo completamente original, resultando em plágios de escritores e artistas, o que dificulta a identificação dessas ocorrências. Além disso, a IA não considera nuances humanas; por exemplo, se você solicitar um planejamento de aula, o resultado não incluirá ajustes para imprevistos, algo comum em salas de aula.

Dentre essas questões, o plágio é particularmente preocupante, pois diminui a importância dos artistas, especialmente os autônomos, e pode prejudicar aqueles que utilizam obras sem verificar se foram plagiadas, colocando-os em risco de processos judiciais. Nesse sentido, o conhecimento sobre IA torna-se cada vez mais essencial para a formação docente. Professores que dominam essa tecnologia desenvolvem uma postura mais crítica e estratégica diante das mudanças contemporâneas. Ao incorporar a IA de forma consciente e ética, o educador se posiciona como agente ativo na construção de um futuro escolar mais adaptável, inclusivo e conectado com a realidade digital dos alunos.

Futuro da inteligência artificial: impactos e evolução no mercado

Link do texto: https://profedmeasantos.s3.us-east 2.amazonaws.com/prod/pdfs/CHATGPT%20E%20OUTRAS%20INTELIGE%CC%82NCIAS%20ARTIFICIAIS%20of.pdf

Notícia informativa sobre o assunto: Inteligência artificial na educação é debatida por Brics — Ministério da Educação

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Diálogo Entre Pedagogia e Tecnologia

 Olá turma, como vocês estão?  Hoje discutiremos sobre as tecnologias nos séculos XX E XXI e políticas públicas dentro dessa temática. Com base nos textos “Desafios Para a Educação na Era da Informação: O Presencial, a Distância, as Mesmas Políticas e o de Sempre” de Nelson Pretto e “Políticas Públicas Para Inclusão Digital nas Escolas” de Maria Helena Bonilla, e com base na discussão em sala, iremos dialogar sobre as mudanças da tecnologia e como as políticas públicas ajudam a mudar a educação. 

Sabemos que a educação passou e está passando por muitas mudanças com a chegada e com a evolução da tecnologia. Atualmente, a tecnologia é muito utilizada na educação, porém ela é muitas vezes utilizada de maneira incorreta. Uma vez que algum programa de política pública chega em uma escola (um exemplo muito atual é a maleta digital) principalmente em escolas de cidades pequenas e de área rural, é comum ver que os professores possuem pouco ou nenhum preparo. Isso afeta diretamente o acesso à cultura, dificultando a utilização da tecnologia como recurso, usada desse modo ela serve apenas para mascarar o ensino, é como se fosse algo usado apenas para se dizer moderno. Isso é algo muito discutido nos dois textos.  

 Tendo isso em vista, entramos em outro ponto, as políticas públicas. Vamos falar de forma resumida sobre algumas políticas públicas presentes no segundo texto mencionado. O Livro verde da sociedade da informação (2000) que foi a primeira iniciativa para discutir sobre as TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação); O PROINFO (1997) que 


visava melhorar o ensino por meio de laboratórios de informática; Programa banda larga nas escolas (2008) foi um acordo entre o governo e operadoras para conectar escolas urbanas; Projeto computador portátil para professores (2008) garantia um notebook de até 1400 a cada professor; UCA (2007) oferecia computadores aos alunos de escola pública.  

De fato, essas políticas ampliaram de certa forma a visão dos educadores sobre o uso das tecnologias no processo ensino aprendizagem. O problema, é que a maioria desses programas tiveram sua implementação de forma lenta, além de chegarem as escolas sem nenhuma preparação para os professores. Ou seja, como vou ensinar algo que não sei? Isso influencia negativamente o uso de algumas políticas nas escolas públicas. Porém, ainda que existam pontos negativos, também podemos destacar que essas políticas evidenciaram a importância da tecnologia se fazer presente nas práticas pedagógicas. 

Como futuras pedagogas, achamos de extrema importância que a tecnologia seja tratada como um recurso e não como uma ferramenta, ela deve andar lado a lado com os educadores. Acreditamos que ela é uma agente facilitadora no processo ensino-aprendizagem. Como futuras professoras, esperamos que o acesso equitativo, quantitativo e principalmente a formação para professores se façam mais presentes, de forma prática e acessível. 

É um tema que nos faz refletir muito, nos provoca a olhar diversas situações em sala ou até mesmo no cotidiano em conversas com outras pessoas. Ainda que as tecnologias sejam de fato presentes em nossas vidas, na maior parte do nosso tempo não a utilizamos de maneira “correta”, visto que ela é uma facilitadora para o ensino e para aprendizagem. Esperamos que gostem da nossa reflexão, compartilhem conosco a reflexão de vocês!

                                                                   


Privacidade e Proteção de Dados

  Olá, turma! Como voces estão? Hoje iremos conversar sobre um tema que é muito importante em nossas vidas pessoais e no contexto escolar ta...