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segunda-feira, 16 de junho de 2025

Software livre/proprietário e Educação

Olá, leitores! Hoje nós falaremos sobre software livre e proprietário, e a importância deles na formação de educadores, tema abordado no texto “Software Livre e Educação: uma relação em construção” de Maria Helena Silveira Bonilla e na aula de Educação, comunicação e tecnologias digitais que ocorreu dia 05/06/2025.

Antes de explicar sobre software é necessário entender o que é licenciamento. Ele é uma autorização para utilizar aquilo que foi produzido por outra pessoa/empresa, seja o uso de um livro, uma música, ou um software. Esse licenciamento pode ser reduzido ou integral, por exemplo: um autor de livro pode autorizar uma adaptação em formato de série, mas não autorizar uma versão impressa da mesma obra. Na formação docente, essa compreensão permite que professores criem, adaptem e compartilhem materiais de forma legal e ética. O uso de recursos com licenças abertas como textos, imagens, vídeos e softwares possibilita maior liberdade criativa e colaboração entre educadores, além de ampliar o acesso ao conhecimento por parte dos alunos.

Dito isso, software é quem comanda a funcionalidade entre o computador e os aplicativos. Existem vários tipos de software, porém nesse texto focaremos em dois: livre (SL) e proprietário (SP), o SP pertence a uma pessoa/empresa e não pode ser modificado, ou seja, o licenciamento dele autoriza apenas o uso daquele programa, em que o usuário não tem acesso ao código-fonte. Já o SWL entrega as 4 liberdades: liberdade 0 significa usar, liberdade 1 significa estudar, liberdade 2 significa distribuir e liberdade 3 significa modificar, dessa forma o SL possui um sistema colaborativo, em que todos com habilidades para tal, conseguem contribuir para o enriquecimento do programa.

Os benefícios do SL são muitos, entre eles o fato de ser mais barato. Por ser livre de licenças e custos de atualização, ele permite uma redução significativa nos gastos de instituições educacionais, especialmente em escolas públicas que enfrentam restrições orçamentárias. Além disso, o SL é mais seguro, pois possui uma revisão maior do código-fonte, o que torna as vulnerabilidades mais visíveis e corrigíveis pela comunidade de desenvolvedores. Isso faz com que seja rara a invasão de vírus nos computadores. Outro ponto importante é que o software livre faz com que pessoas e instituições não dependam inteiramente de empresas privadas, como a Meta de Mark Zuckerberg ou a Microsoft de Richard Brodie. Ao adotar SL, é possível promover democratização, maior autonomia e liberdade no uso das tecnologias, evitando o monopólio de grandes corporações e permitindo a personalização de ferramentas conforme as necessidades de cada usuário ou instituição.

Por isso, em projetos tecnológicos voltados à educação, são utilizados softwares livres, que possuem uma formatação diferente do costumeiro, que é o software proprietário. No entanto, desafios como a adaptação cultural das escolas e docentes, a preferência por sistemas conhecidosfalta de formação no currículo acadêmico, fazem com que muitos profissionais da educação não compreendam adequadamente as vantagens pedagógicas desses recursos, especialmente no que se refere ao direito de uso e às funcionalidades que eles oferecem. Dessa forma, é necessário que nós, futuros educadores, tenhamos acesso ao modo de funcionamento dessas ferramentas na graduação, assim entenderemos como utilizá-los em nossas aulas, combinando com possíveis políticas públicas ou com os instrumentos fornecidos pela escola.


Link do texto: https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/2175-795X.2014v32n1p205


quarta-feira, 4 de junho de 2025

ERELEB - Diálogos entre Programas de Pós-Graduação

 


Olá turma, como vocês estão?  Nos dias 28, 29 e 30 de maio ocorreu o primeiro ERELEB – I Encontro Regional de Licenciaturas e Educação Básica, no Campus Professor Alberto Carvalho, em Itabaiana. Hoje nós falaremos especificamente de uma mesa redonda que ocorreu no dia 30/05 às 19h, no auditório do Centro de Excelência Dr. Augusto César Leite.  
A mesa redonda: Diálogos entre Programas de Pós-Graduação, contou com os programas PROFLETRAS, PROFEI, PROFMAT, PPGCN e seus respectivos professores representantes. Todos os professores apresentaram os programas com muitos detalhes, como funcionam, desde quando funcionam e foi possível perceber a diferença entre todos eles. Todos nos apresentaram uma visão abrangente sobre o caminho que podemos seguir. A apresentação da mesa redonda foi ótima, podemos aprender com as experiências dos professores, e foi um gatilho para começarmos a pensar no caminho que decidiremos seguir. 

Um dos programas que mais nos chamou atenção foi o PROFEI (Mestrado Profissional em Educação Inclusiva), representado pela professora Isabela Rosália. O programa nos chamou atenção pela sua área de concentração, que é a educação inclusiva. Existem três linhas de pesquisa, sendo elas: Educação Especial na Perspectiva da Educação, Inovação Tecnológica e Tecnologia Assistiva e Práticas e Processos Formativos de Educadores para Educação inclusiva. A última linha de pesquisa foi a que mais nos chamou atenção, pois sabemos as dificuldades que os professores de educação básica têm em dificuldade em poder participar de formações continuadas. Pensando como estudantes do terceiro período e futuras pedagogas, nos preocupamos muito com essa temática.  

O ERELEB foi um evento repleto de aprendizagens, muitos ensinamentos que serviram para agregar em nossa formação. Os três dias de evento foram repletos de diferentes temáticas que ampliou nossa visão como estudantes, permitiu que nos conectássemos com nossa visão docente, abrangendo nosso olhar para diferentes situações. E vocês, o que acharam do evento?

                                                                             


Privacidade e Proteção de Dados

  Olá, turma! Como voces estão? Hoje iremos conversar sobre um tema que é muito importante em nossas vidas pessoais e no contexto escolar ta...